Governo de SP antecipa R$ 129,4 milhões para reforçar atenção básica em saúde na Grande SP

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O governador Tarcísio de Freitas anunciou, nesta sexta-feira (21), a antecipação de R$ 129,4 milhões para a Grande São Paulo, como parte de um montante de R$ 412 milhões liberados pelo programa estadual IGM SUS Paulista – Incentivo à Gestão Municipal. Os recursos, já disponíveis nas contas municipais, visam fortalecer a atenção básica em saúde, área crucial que tem enfrentado desafios como o combate à dengue.
“Este ano tem sido desafiador, com a pressão da dengue, e já havíamos antecipado recursos anteriormente. Agora, estamos antecipando R$ 412 milhões da tabela fixa”, afirmou o governador, destacando o compromisso do governo em manter os investimentos em outras áreas e a colaboração com os municípios.
A cerimônia de anúncio, realizada no Palácio dos Bandeirantes, contou com a presença de autoridades como os secretários de Saúde, Casa Civil e Governo e Relações Institucionais, além do presidente da Assembleia Legislativa, parlamentares e representantes municipais.
Esta é a segunda antecipação de recursos do IGM SUS Paulista neste ano. Em fevereiro, R$ 205 milhões foram liberados para auxiliar as cidades no combate às arboviroses.
“Diante do desafio econômico que o país e o mundo enfrentam, o governo Tarcísio se preocupa em manter a sustentabilidade dos municípios, especialmente na área da saúde. Por isso, anunciamos mais este importante recurso para investimento na atenção básica”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Eleuses Paiva.
Sobre o IGM SUS Paulista
Criado pela gestão Tarcísio de Freitas, o IGM SUS Paulista visa aumentar os repasses estaduais para serviços de saúde nos municípios, desde que estes cumpram indicadores assistenciais como cobertura vacinal, prevenção da mortalidade infantil, controle de doenças crônicas e arboviroses.
O programa, alinhado ao projeto de regionalização da Saúde no Estado, eleva os repasses per capita de R$ 4 para valores entre R$ 15 e R$ 40, otimizando a atenção básica e oferecendo maior suporte financeiro para as regiões se organizarem.
A distribuição dos recursos considera critérios de vulnerabilidade social, população e cobertura de estratégia de saúde da família, além de ampliar a transparência na aplicação da verba.